Nesta semana o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais Curitiba (Sismuc) divulgou vídeos nos quais pessoas mostram marcas causas por percevejos em um abrigo da Fundação de Ação Social (FAS). A prefeitura, por sua vez, alega que são feitas limpezas regulares em todas as unidades.
A denúncia mostra a Casa de Passagem Doutor Faivre, que já teve ocorrências semelhantes no passado. Conforme o sindicato, um trabalhador foi mordido por insetos nesta semana. O fato repercutiu porque em janeiro deste ano já havia reclamação semelhante sobre a situação do abrigo.

“O Sindicato já orientou os trabalhadores a registrarem, via Saúde Ocupacional, uma Comunicação por Acidente de Trabalho (CAT). Além disso, solicitamos via ofício uma reunião com Renan de Oliveira Rodrigues, presidente da FAS, para cobrarmos providências urgentes, com a realização de medidas efetivas de controle da infestação de percevejos e outras pragas urbanas, como ratos, já relatadas por servidores de outras unidades de acolhimento", destacou, em nota publicada no site, o Sismuc.
Prefeitura
Questionada pelo Plural, a prefeitura de Curitiba informou que a Fundação de Ação Social (FAS) realiza limpeza diária em todas suas unidades de acolhimento. Além disso, as unidades “seguem protocolos permanentes de higiene e conservação”.
Também em nota, a FAS salientou que “a instituição mantém contrato com uma empresa especializada para a realização de serviços de controle de vetores e pragas urbanas nas áreas internas e externas”.
No caso específico da unidade Doutor Faivre, segundo a prefeitura, são feitas dedetizações mensais. “As últimas desinsetizações, desratizações e descupinizações no local foram executadas nos dias 8 de janeiro e 13 de fevereiro, inclusive dos estrados das camas”, mencionou a prefeitura.
