Há quem (ainda) recorra a certas palavras que, de uso mais do que comum, acabaram sumindo do dia a dia e, hoje, soam desconcertantes
Já que a democracia é um longo aprendizado, é preciso identificar os políticos picaretas e, por sucessivas eliminações, abatê-los na urna a golpes de cidadania
Contra o vírus, não precisa ser herói de gibi ou do cinema para se proteger e proteger outras pessoas ao sair de casa
Graças a funcionários de empresas estrangeiras e, depois, à imigração japonesa, o beisebol chegava ao Brasil. Paraná e São Paulo largaram na frente – e, hoje, o país até exporta jogadores
São muitas e muitas as histórias até o isqueiro alimentado com fluído – e que não somem como a fumaça do cigarro ou cachimbo
Há quem defenda a obrigatoriedade da carteira de motorista para dirigir um bar; afinal, é preciso ser aprovado nos exames de aptidão física e mental
Certos livros, com fulminante toque de humor, infelizmente não perdem a atualidade quanto à canalhice que nos cerca ao longo da história
Antes de se tornar brasileira por opção (e adoção), Clarice, cuja família fugira da Ucrânia, chamava-se Chaya Pinkhasovna Lispector; virou Clarice para proteger a família
O que Juca Chaves, o menestrel maldito, diria/cantaria hoje sobre a situação do Brasil cada vez mais sem eira nem beira por conta do bolsonarismo?
Do faroeste, gênero clássico do Tio Sam, chegamos ao spaghetti western e, incrível, até o bangue-bangue vermelho patrocinado por Moscou
Hitchcock fazia breves aparições em seus filmes; já Fellini, com anúncios em jornal, contratava tipos estranhos para cenas de rua com transeuntes
O frio em Curitiba quebrou a rotina de muita gente – e, ao tomar banho, difícil mesmo era sair debaixo da água quentinha do chuveiro