Gente de meia-idade, em geral, gosta de falar que as coisas mudam, que tudo está sempre se transformando
Não há mais margem de manobra, espaço para os panos quentes, as meias-palavras ou o veja-bem: ou você admite aquilo que é inegável ou faz parte do enorme viveiro de patifes que sustenta o consórcio
Buscamos alguma coerência até nos sonhos! E sabemos que ela existe, embora não acessível de modo inequívoco à consciência.
Onde Lia prepara um banquete
Os dois usam ferramentas diferentes para realizar a obra. O menino trouxe a imaginação. O velho, a memória
A última imagem que tinha de Murilo também era quieta, uma espécie de daguerreótipo de silêncio
Onde o amor descobre a mãe
Andrei Moscheto apresenta um texto que serve de síntese do teatro político brasileiro
O cérebro humano nunca precisou lidar com tantos dados e informações quanto lida hoje, diariamente, pelo celular
Histórias inteiras têm o péssimo hábito de ser diferentes daquilo que queremos que elas sejam