São poucos os que podem se dar ao luxo de fazer do Louvre um retrato tão desdenhoso. Claro, temos uma parte de nós sem acesso sequer a saber o que o Louvre é
Será a voz escrava saindo de dentro de um livro de história ou o capataz torturando-a? É a voz de um “índio” gritando socorro, um socorro tão longe, longo e profundo que não consigo ouvir e/ou compreender? Serão as vozes
Se Bolsonaro, se é que tem, abrir sua – Posta Restante – consciência vai encontrar mais de 500 mil almas com o indicador esticado chamando-o de assassino