Contra tudo e contra todos, cá estamos. Embora ainda não tenha terminado, creio que dá pra afirmar com alguma tranquilidade que o pior passou. Daqui pra frente, é uma questão
Noto um movimento incomum na copa de uma palmeira, a uma quadra do meu prédio. Uma de suas folhas cai, pesadamente, na esquina da XV com a Faivre. Ali embaixo um homem a recolhe e, com perícia, a lança pelos ares de modo
tava garoandinho na tarde que o zap e o insta caíram: troquei de roupa no vestiário, enrolei um cigarro e fui pegar a bike. a chaveta do pedal esquerdo foi pro beleléu, a bicicletaria fica do lado do Cemitério Luterano.
Se rimos de vídeos com pegadinhas, que mostram tentativas desastradas de alguém fazer algo, também podemos dizer que nossa estrutura psíquica nos prega algumas peças, faz das suas pegadinhas
Em quase todos os filmes americanos, não rara vez, ouve-se o fuck you, son of a bitch ou motherfucker. O papagaio “professor” pode ter aprendido os palavrões nesta situação num ambiente familiar, assistindo filmes, inclu
A tranquilidade das pessoas me faz pensar que já passaram por isso. Nesse caso sabem que o piloto nunca erra, ou pelo menos nunca errou, mesmo nas piores condições climáticas
Pergunto à minha mãe se a voz do meu pai era grave ou aguda, se ele falava alto, como nós que ficamos depois dele, ou mais baixo. Ela dá algumas indicações, mas nenhuma reconstitui a voz
Nas ruas, as pessoas se dividem em duas categorias básicas, reducionistas: as que usam e as que não usam máscara. Diante isso, concluo eu, uma única pergunta continua, e continuará, por muito tempo, a me assombrar: depoi
nessas últimas chuvas fechei um livro que ainda tá aberto na minha cabeça. li a maior parte no bonde mas deixei pra terminar quietinho, em baia. uma das orelhas que dobrei foi a da 471. a mina tá num museu