O projeto do vereador Eder Borges (PL) que previa obrigatoriedade de realização de exames toxicológicos para professores da rede pública de Curitiba foi arquivado na Cãmara Municipal. O texto foi protocolado em setembro e não passou na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
O relator foi o vereador Dalton Borba (Solidariedade), que entendeu que a prefeitura precisa criar as atribuições administrativas e não a Câmara. O texto de Borges previa que “é inadmissível que, pessoas que buscam ocupar cargo público estejam comprometidas com substâncias psicoativas em que os efeitos dessas drogas psicotrópicas, cientificamente comprovados, diminuem a capacidade de autogestão”, embora não falasse de outras carreiras do funcionalismo público.
O parecer de Borba recebeu os votos favoráveis de Bruno Pessuti (Podemos), Mauro Ignácio (PSD), Noemia Rocha (MDB), Rodrigo Reis (PL), Toninho da Farmácia (PSD) e Indiara Barbosa (NOVO).