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Cesta básica custa 113 horas de trabalho para quem ganha salário-mínimo em Curitiba

Levantamento foi feito pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos

Cesta básica custa 113 horas de trabalho para quem ganha salário-mínimo em Curitiba
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Para comprar uma cesta básica em março o trabalhador curitibano que ganha salário-mínimo precisou trabalhar mais de 113 horas, conforme dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). O estudo foi divulgado nesta semana.

Segundo o levantamento o valor dos alimentos básicos subiu em 10 das 17 capitais pesquisadas pelo departamento. Com exceção de Natal, todas as cidades pesquisadas apresentaram aumento no valor da cesta básica. Em Curitiba a variação foi de 7,11%.

Em 12 meses (mar/2024 / mar/2023), foram registradas altas em oito dos 13 produtos da cesta: batata (52,36%), arroz parboilizado (34,23%), tomate (28,11%), banana (25,09%), feijão preto (24,59%), açúcar refinado (18,34%), pão francês (3,96%) e manteiga (0,46%).

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As reduções ocorreram no óleo de soja (-25,50%), farinha de trigo (-10,88%), leite integral (-9,86%), carne bovina de primeira (-2,65%), café (-4,82%) – neste caso houve aumento em Curitiba: 3,81%.

Aline Reis

Aline Reis

Jornalista e especialista em Gestão da Comunicação, Assessoria e Marketing pela Universidade Positivo (UP). Mestra em Estudos de Linguagens pela UTFPR. Presidenta do Sindicato de Jornalistas Profissionais do Paraná.

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