O prefeito de Curitiba Rafael Greca anunciou nesta sexta-feira (12) o início da primeira bandeira vermelha desde o início da pandemia de coronavírus. Com isso, deverão ficar fechados absolutamente todos os serviços não essenciais. Além de escolas, que já estavam fechadas, todo o comércio terá de parar temporariamente, do dia 13 ao dia 21 de março.
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A bandeira vermelha é uma reposta ao pior momento da pandemia de Covid na cidade. Nesta sexta-feira, foi anunciado o maior número de mortes pelo vírus em 24 horas: foram 34 óbitos apenas em Curitiba. O número de contágios e de mortes cresceu exponencialmente nos últimos dias.
Até aqui, a prefeitura de Curitiba vinha evitando o fechamento total da cidade, em geral usando apenas a bandeira laranja nos momentos de crise, o que significava que alguns setores não essenciais poderiam funcionar. No entanto, ficou evidente nos últimos dias que isso não basta mais.
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A prefeitura vinha abrindo cada vez mais leitos clínicos e de UTI para responder à crise. Usou três hospitais, além da rede do município. Depois começou a usar UPAs como se fossem novos hospitais. Por fim, começou a apelar para clínicas particulares na tentativa de acomodar novos doentes.
Mesmo assim, em alguns momentos a fila de pessoas à espera de um leito chegou a mil pessoas, indicando que não havia mais para onde expandir. Restou a opção de tentar medidas drásticas para achatar a curva, principalmente enquanto a vacinação está longe de ser coberta.
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