Crônicas sobre o cotidiano no Paraná, com olhar sensível e autoral sobre a vida nas cidades, personagens locais, memórias, afetos e experiências urbanas e regionais.
Em sua crônica de estreia, Felippe Anibal conta a história de um vendedor que não parava de falar das maravilhas de seu produto, mesmo sendo incapaz de ganhar um real com isso.
Sandoval Matheus mostra como o decreto de Rafael Greca para ordenar a "arte de rua" pode se tornar uma política higienista para livrar o Centro da cidade de meninos fazendo malabarismo no sinal fechado.
Em sua crônica de estreia no Plural, Luís Henrique Pellanda dá notícias do que não narrou em sua ausência: senhorinhas de Curitiba, árvores e até a piranha solitária do Passeio Público.
Leia o segundo capítulo de "Lia", o romance que Caetano Galindo publica semanalmente em folhetim aqui no Plural. Perdeu o primeiro? Não tem problema. Veja o porquê.
Em sua estreia como cronista do Plural, o humorista Fagner Zadra conta sobre suas ex-namoradas e até sobre seu relacionamento com outra tetraplégica. "Foi meio parado", diz ele.
Cansada, numa viagem de ônibus, a cronista repara numa bota que destoa dos outros pés contra o assoalho. "No pé direito o tecido fino, social, há muito já desistira de tentar se agarrar à fina canela de seu portador."
Felippe Anibal conta a história de um mendigo que foge de cidade em cidade por não conseguir conviver com um trauma, e que aconselha a todos: vão atrás dos livros!
Sandoval Matheus conta sobre sua vida monótona. Às duas da manhã, uma amiga me ligou. Só existem três motivos para você receber uma ligação às duas da manhã: alguém morreu, a mãe de alguém morreu, ou alguém está terrivel
No terceiro capítulo do "álbum de fotografias" sobre a vida de Lia, o romancista Caetano Galindo mostra sua personagem deitada. Ou será caída? E por que ela está ali? Mais um relance, mais um pouco da vida dela que sabem
Há tempos sou um admirador da obra acima, Os embaixadores (1533), do pintor alemão Hans Holbein, o jovem. Como podemos ver, ela mostra dois sujeitos com roupas suntuosas em uma
Assim que a ambulância para, o sujeito pergunta se é acidente. Ouve que não, mas não desiste: enfia a cabeça para dentro para ter certeza. Sai esmorecido quando vê que se trata de alergia. Eis mais uma crônica de Ana Jus
Ao ver um sujeito aplicando o golpe das tampinhas, escondendo a bola para o otário não achar, Felippe Anibal pensa como alguém ainda cai numa esparrela dessas. Mas, pensando bem, a gente cai em coisas bem piores...