Texto de Lara Oliveira, aluna de jornalismo da PUCPR
Sob orientação de Rogerio Galindo
A primavera chegou, e a nova estação surge como um fator crucial para a piora de alergias sazonais – que ocorrem apenas ou principalmente em determinadas épocas do ano. Além das temperaturas altas e do aumento consequente da umidade, o pólen também é conhecido por ocasionar crises alérgicas, sobretudo em pessoas com doenças respiratórias, crianças e idosos.
Portadores de asma, rinite e sinusite fazem parte do grupo que mais sofre com a mudança de estação. Podendo ser confundidos com resfriados ou, em casos mais extremos, com pneumonias, os sintomas comuns são: crises respiratórias, coceira e espirros.
Apenas no início deste ano, de janeiro a julho, dados do Sistema de Informação em Saúde para a Atenção Básica (Sisab), do Ministério da Saúde, mostram que foram realizados 45.972 atendimentos no Paraná relacionados a alergias ou reações alérgicas.
Os casos de maior atenção podem ser tratados em Unidades Básicas de Saúde, onde, dependendo da gravidade e necessidade, podem ser encaminhados para o atendimento com um especialista. Normalmente, quando falamos sobre alergias, os profissionais que lidam comumente com os casos são os alergistas, pneumologistas ou dermatologistas.
Alguns hábitos de prevenção são simples e podem ajudar a evitar crises e amenizar sintomas das alergias. São alguns deles:
- Manter os ambientes secos e bem ventilados;
- Utilizar panos úmidos para limpar as superfícies;
- Lavar as roupas de cama semanalmente;
- Fortalecer o sistema imunológico (bebendo água, dormindo bem, tendo uma alimentação equilibrada e praticando exercícios físicos com regularidade).