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Show de Billy Idol em Curitiba: “Mas… ele ainda está vivo?”

Como será o show do rebelde platinado que virou estrela do pop rock com hits nas rádios e clipes na MTV

Filme Billy Idol Should Be Dead e turnê It’s a Nice Day To…Tour Again!
Material de divulgação do documentário "Billy Idol deveria estar morto" e de "É um belo dia para... sair em turnê outra vez".
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Após passar pelos Estados Unidos e México, Billy Idol vem ao Brasil para duas apresentações de “It’s a Nice Day To…Tour Again!”. E tem curitibano comemorando, enquanto cariocas tentam entender o que deu ruim para terminarem de fora do rolê e paulistanos reclamam do vacilo que foi a escolha da data, no mesmo dia em que Linkin Park toca por lá. A empolgação dos fãs em Curitiba veio com a notícia de que, em 12 de novembro, o astro do rock vai desembarcar na Arena da Baixada para seu primeiro show na cidade. Quando ele veio ao país anteriormente, nos anos de 1991 e 2022, esteve apenas no Rio de Janeiro e em São Paulo. 

Contudo, a euforia não foi geral. Tem gente afirmando que foi mancada escolher a Arena, com capacidade para até 40 mil pessoas, como palco para o roqueiro quase setentão. Sim, Billy Idol completa 70 anos de idade no mesmo mês da apresentação. Os comentários têm uma dose de etarismo, só que diluída em algo pertinente, o fato de que o cantor britânico estourou em outros tempos, no mundo pré-internet lá dos idos de 1980 e 1990, muito antes das redes sociais e do streaming. Naquela época, músicas emplacavam nas rádios, disco de vinil e fitas cassete eram objetos de desejo e videoclipes eram o hype dos hypes graças à MTV – que ditou o gosto de Millennials e ainda de boa parte da Geração X (inclusive, antes da carreira solo, o músico foi da banda punk chamada Generation X). 

Para que a controvérsia sobre o local não vire um show à parte, é só olhar direitinho para o mapa dos ingressos. O palco está próximo da arquibancada e, assim, os fãs estarão mais perto do ídolo. Só que, na prática, a distância menor também diminuiu a área destinada ao público. É, parece que a produção mandou bem e tirou qualquer risco de cena.

Até hoje, o astro do rock mantém a vibe de rebelde, com figurino punk e cabelo platinado espetado. A descrição parece muito com a de outro artista, o brasileiro Supla, num caso em que qualquer semelhança não é mera coincidência: Idol é um dos ídolos do 'Papito', apesar dele afirmar que o cabelo foi inspirado em David Bowie. 

Retornando à trajetória de Billy, após um certo hiato na carreira, ele voltou a gravar, fazer shows e recentemente lançou um documentário sobre sua vida chamado “Billy Idol Should Be Dead", dirigido por Jonas Åkerlund (o mesmo do clipe “Smack My Bitch Up” - The Prodigy, e vídeos para Roxette, Paul McCartney, Lady Gaga, Blink-182, Madonna e muitas outras estrelas pop.)

E quem pensa que os sucessos dele foram esquecidos não tem prestado atenção ao que escuta por aí. Miley Cyrus fez um cover poderosíssimo da música “Rebel Yell” num show em 2012; no Super Bowl de 2021, ela dividiu o palco com o próprio Billy Idol para cantarem "White Wedding" e “Night Crawling" (colaboração entre os dois gravada em 2020). Faixas dele aparecem em trilhas de filmes, séries, comerciais e até desenhos animados, entre outras produções. E, para completar, o rock star não escapou do humor brasileiro à la ‘5ª série B’ e uma de suas músicas mais famosas vai e vem pelas redes como paródia e até foi promovida a meme.

Já os que não duvidam do sucesso do evento estão curiosos sobre o tipo de público que aparecerá na Arena. Quem vai estar no coro de “Eyes Without a Face", “Cradle of Love” e "Hot in The City", para ninguém terminar "Dancing With Myself"? (Não deu para segurar o trocadilho infame.) Em busca da resposta, o Plural conversou com pessoas que irão ao show e até com quem nem imaginava que Billy Idol daria as caras em Curitiba. Confira as entrevistas após o teaser de “It’s a Nice Day To…Tour Again!”.

A paixonite à primeira vista da Geração MTV

Liley Donini nem titubeou, a decisão de ir ao show foi rápida e certeira. “Quando saiu o comunicado da vinda dele a Curitiba, mandei mensagem para três amigas. Duas delas já me responderam: ‘Guria, vamos que eu adoro!’ Isto é muito legal na música, reconhecer o estilo e gosto (...) É muito massa, música é identidade mesmo.”

Se todo o público for como ela, empolgação não vai faltar. Aos 43 anos de idade, a comerciante e administradora não se considera fã de carteirinha de Billy Idol, daquelas que sabem tudo sobre o artista, diz ser só uma admiradora, apesar de reconhecer a forte importância dele para sua formação e gosto musical. Mas, quando o papo começa, quase dá para jurar que se trata de uma fã autêntica. 

O lance dela com o roqueiro tem um certo quê de paixão à primeira vista, ou melhor, de paixonite juvenil ao primeiro clipe. Não foi a voz que a seduziu inicialmente, foi o visual. "Conheci o Billy bem na época da explosão da MTV. Eu me encantei justamente por conta dos videoclipes, daquela atmosfera meio punk, meio glam, com luzes, fumaça e ele ali, com aquele cabelão, aquela coisa platinada, e as roupas de couro. Eu achava aquilo o máximo." A atração pela cultura visual foi muito forte na Geração MTV, segundo Liley. Uma longa lista de estudiosos endossa a hipótese dela.  

Além do visual com jaqueta de couro, metais prateados pontudos, cabelo inconfundível e atitude de quem está pronto para desvirtuar qualquer garota, a rebeldia nas letras também influenciou ela. “E tudo o que significava aquela rebeldia ali, do ‘Rebel Yell’ (...). ‘Dancing With Myself’, quando escutei as primeiras vezes, foi aquela coisa do ritmo. Eu não sabia muita coisa de inglês, mas às vezes os clipes apareciam legendados ou eu perguntava para alguém mais velho que sabia inglês. Eu era criança, mas amava dançar literalmente sozinha, tipo curtindo. Aí, quando me contaram essa letra, eu falei: ‘Gente, é isso!’”

Liley – que ainda escuta muito do que conheceu com a geração MTV, como o rock glam de Sweet e T. Rex, o new age de Tears for Fears e bandas da cena grunge – é uma mulher absolutamente eclética. No ano passado, ela foi a shows de grandes feras: “Toto, que foi uma p*ta experiência maravilhosa, lá em São Paulo, e do Smashing Pumpkins, que foi um showzaço, com uma qualidade impressionante.”

A administradora também gosta da black music de nomes como B.B. King, Little Richard e Nina Simone, das músicas do Elvis Presley e The Beatles, e de artistas brasileiros como Gal Costa, Chico Buarque, Erasmo Carlos, Tonico & Tinoco, e Pena Branca & Xavantinho. A miscelânea é fruto da influência familiar. Quando novinha, a irmã mais velha ajudava na busca por mais informações a respeito de Billy Idol e também apresentava à menina outros nomes do mundo do rock. O pai, vindo do interior, gosta de música caipira, já a mãe é fã de MPB, da jovem guarda e do rock clássico. 

É. A vida de Liley tem uma trilha sonora e tanto. Mesmo assim, o seu companheiro não vai ao show. O que não é problema algum para ela, que compreende o motivo da ausência: “Ele, na verdade, também gosta muito do Billy Idol. Só que não curte muito mais a pira do show, porque se cansa. E eu entendo, nós somos uma geração cansada, não é mesmo?”  

A Geração Z e o exposed do que muita gente pensou, mas não teve coragem de perguntar: “Ele ainda é vivo???” 

Quando Ícaro Roesner nasceu, a MTV já estava datada. Ele é apenas um ano mais velho do que a plataforma de streaming Spotify, estava na pré-escola quando o Instagram apareceu no mundo e, junto com a chegada de sua adolescência, o TikTok veio para o Brasil. O gosto musical do rapaz simpático, que aos 20 anos de idade trabalha como adestrador, foi moldado num mundo onde o sucesso está menos no topo das paradas e mais em virar trend. 

Ele explica que gosta de tudo, principalmente de rock, música eletrônica e country. “É muito difícil dizer a minha música favorita, porque eu não tenho uma. Mas, a que mais escuto é "Sonho de Amor" (gravada por Zezé Di Camargo & Luciano), é a que todo mundo escuta, né?!”, diz o jovem. Para ver se o rock está no radar de verdade, pedi que ampliasse o ranking. No segundo lugar apareceu DJ MU540 (DJ Muzão), com o funk mandelão "Vem Louvando". Finalmente, surge com empolgação na voz e brilho no olhar de Ícaro a banda ocupante da terceira posição, é Guns N' Roses, com "Welcome to the Jungle". 

E será que alguém como ele, que frequenta eventos como o Festival de RAP e Trap Made in Brazza e apresentações do próprio DJ MU540, iria assistir ao Billy Idol? Entre os shows futuros, o roqueiro não foi citado. No mês de outubro, o plano é marcar presença em um evento com “modão, funk e sertanejo universitário”, na programação, o adestrador destaca que o cantor Loubet estará no palco. 

Bom, a essa altura é melhor perguntar de uma vez se Ícaro conhece o cara. “Sim. Digamos assim… ele não é um dos meus preferidos, mas minha mãe gosta muito de música, então eu já escutei”, responde o adestrador. A sinceridade escancarada dele me deixou apreensiva sobre o que eu ouviria logo adiante, até porque não havia mais para onde fugir, era preciso saber se ele iria a um show do Billy. A resposta foi: “ Mas... ele ainda está vivo???” 

E, então, o jovem me situou: “Assim, eu perguntei porque sempre gostei muito de assistir ao seriado ‘Todo Mundo Odeia o Chris’. Mas assisti quando era bem criança.” Exibida incansavelmente pela TV Record a partir de 2006 e lançada em DVD no Brasil em 2013, a série tem “White Wedding” e “Dancing With Myself" em sua trilha sonora, que ambienta o roteiro nos anos 80 a partir de uma seleção dos greatest hits da época (faixas de bandas e artistas como Tears for Fears, Madonna, The Police, Queen, Culture Club com Boy George, Eurythmics, Prince e muitos outros). 

Afinal, ele vai? O rapaz ainda está na expectativa. Sua mãe chega a viajar sozinha para ir a shows dos artistas que gosta e vem se animando com a ideia de ver o astro do rock na Arena. Ícaro quer pegar carona na curtição dela para conferir de perto se a música de Billy Idol sobreviveu ao tempo.

De pai para filho

Olha, se há uma certeza, é que o público será eclético. João Pedro, que tem 23 anos de idade e mora em Pinhais, é mais uma prova disso. Ele viu um post sobre o show e no mesmo instante marcou uma amiga, Ana Júlia, que é ainda mais nova, tem 21 anos. E já está confirmado, os dois vão ao show do roqueiro e o editor assistente de materiais didáticos é pura empolgação. "Na hora eu coloquei umas músicas no fone de ouvido e, caraca, comecei a me imaginar lá, gritando junto com a minha amiga. Vai ter um valor emotivo, tem uma nostalgia envolvida", diz. 

As preferências dele realmente impressionam. Vão de rock progressivo, pop, música brega, funk, ‘pop farofa’ e MPB, com espaço nas playlists para nomes internacionais como Sabrina Carpenter, ABBA, Nazareth, Pink Floyd, Elton John, Aurora, Taylor Swift, Led Zeppelin, Elvis Presley, Rod Stewart, AC/DC, Katy Perry, Lady Gaga, Genesis e Phil Collins, e também para brasileiros como Gilberto Gil, Chico Buarque, Diana, Amado Batista e Odair José. Enfim, ele gosta é de música, sem preconceito. Dependendo da fase, escuta mais uma coisa do que outra, curte mais isso ou aquilo. 

O leque de artistas é tão grande que parecia uma boa apostar que João estaria interessado no Billy Idol apenas por ser um entusiasta de shows (ele não se considera um, apesar de ter marcado presença nas plateias de Alanis Morissette, Lana Del Rey, Eric Clapton, Gilberto Gil, Vanessa da Mata e também frequentar concertos de diferentes orquestras). Parecia, até ele contar como Billy Idol surgiu em sua vida. 

“Eu não lembro exatamente o ano do lançamento daquele desenho, o “Por Água Abaixo”. Sabe, que tem um ratinho que mora em Londres? Ele é rico e acaba caindo no esgoto e conhece os ratos pobres, enfim, a história se desenrola. Logo no início do filme, o personagem liga o rádio e toca uma música do Billy Idol, "Dancing With Myself". Aí, ele começa a dançar, joga vôlei e anda com os carrinhos de brinquedo…” 

A faixa, que também é trilha de outros filmes, virou uma das duas músicas preferidas no repertório do astro platinado. A outra faixa explica porque o rolê vai ser, além de nostálgico, emocionante. O pai de João trabalha há mais de 35 anos em uma das lojas de instrumentos musicais mais tradicionais de Curitiba, e sempre ouviu músicas antigas. “Lembro dele procurando e ouvindo músicas por horas no computador, no YouTube. Eu até falava que era música de velho, porque era criança e não entendia de música, eu ouvia Xuxa. Aí, virei adolescente e comecei a gostar. Ele sempre falava, ‘ouça essa, agora tem essa, agora tem aquela’ e me mostrou a “Hot In The City". Seria fácil eu encontrar sozinho, só que eu tenho esse vínculo com ele, meu pai é o orgulho da minha vida. A faixa tem um valor sentimental.” 

Metalheads também amam, inclusive o Billy Idol

Quem também estará lá na Arena com a esposa, assistindo a Billy Idol é Jorge Lucas Cursino Maia de Araújo. O fisioterapeuta de 30 anos, que veio de Recife-PE para morar na Grande Curitiba (Campo Largo) há três anos, não tem um gosto tão diversificado, embora ouça muita coisa diferente. “Sempre amei muito heavy metal, rock clássico, um pouco de blues, MPB, soul music, eletrônica dos anos 80, country e estou começando a ouvir um pouco de jazz também. Gosto de ouvir muitas coisas que me prendem de alguma forma”, diz ele.

Para tirar a prova dos nove, perguntei sobre os shows que Jorge assistiu recentemente. Os últimos foram dos metaleiros Eric Martin com Jeff Scott Soto e da banda de thrash metal Testament. Ele também já confirmou a presença em alguns que estão por vir, o do grupo de power metal HammerFall, o do Obituary (death metal) e já comprou o ingresso para Guns N’ Roses, que vem à Curitiba antes de Billy, no mês de outubro. 

O primeiro contato com a música de Idol poderia ter sido pela MTV, mas foi pelo outro braço que ergueu o roqueiro ao estrelato: o rádio. “Sempre ouvia rádio com minha mãe quando pequeno, enquanto ela dirigia... e quando adolescente comprei o disco de vinil Rebel Yell e não conseguia parar de ouvir. Pra mim ele é um dos maiores artistas do pop", conta o fisioterapeuta que revela gostar muito dos primeiros discos do artista, principalmente desse álbum clássico.

Jorge, entre outros motivos, admira Billy por ter influenciado outros artistas com estilos parecidos. Segundo ele, eleger somente uma música como preferida “é difícil, kkk!". "Mas se fosse para escolher, eu diria “Rebel Yell” e “Flesh For Fantasy”. Porque a sonoridade e o instrumental foram marcantes para mim, e também pelos excelentes solos e linhas de guitarra do Steve Stevens, que foi de extrema importância na carreira do Billy. Ele foi seu braço direito e é até hoje.”

A expectativa sobre o show, é alta como a de todos os que planejam estar em frente ao rebelde roqueiro na noite de 12 de novembro. Mas se vai lotar, ele não tem certeza. “Rolou um ar de reviver os anos 1980 e 1990, mas acho que não interessa tanto a nova geração. O público do Billy Idol deve ser recheado de cinquentões e quarentões (risos). E, hoje, as pessoas consomem artistas diferentes, não sei se tem relevância aqui no Brasil para encher um estádio, sabe? Mas espero que me surpreenda", fala o recifense que até chamou um amigo para também assistir ao rebelde platinado: “Mas acho difícil ele ir.”

3 mil quilômetros atrás de shows

A esta altura, não dá mais para acreditar que só punks cringes vão dar as caras na Arena. Mais uma presença confirmada no show do ‘Pai do Supla’ é Felipe Nascimento. O designer e instrutor de artes, aos 28 anos de idade, fala com um sotaque que denuncia o quanto o CEP curitibano é novinho, tem somente um ano. Ele, que nasceu e cresceu em Caruaru, no estado de Pernambuco, conta com bom humor por que veio para cá: “Para ir a esses shows! Além de outros eventos culturais também.”

Quem é bom de cálculo pode já ter creditado a decisão do moço de ir ao show à MTV. Convenhamos, o canal deve ter alguma influência no gosto musical de Felipe, pois ficou no ar até a segunda metade da adolescência do designer. Porém, ele jura que o Billy entrou na sua vida graças a curiosidade, “eu gosto de conhecer novos artistas e acabei o conhecendo anos atrás”. No meio do papo, fica claro que outras coisas ajudaram para o encontro.

“É que eu tenho um estilo bem eclético. Gosto de música pop, gosto de ouvir música brasileira e MPB, mas também gosto de ouvir rock, por conta dos meus pais e dos meus tios que ouviam em casa.” Ponto marcado para a família. O termômetro para avaliar o quanto a playlist de Felipe é realmente multifacetada pode ser a lista de shows em que esteve recentemente: Lady Gaga, em maio, no Rio de Janeiro; Duda Beat, em junho, aqui em Curitiba; e diversos outros de bandas de rock covers, aqui na cidade também.

O designer escuta todo santo dia pelo menos as suas duas faixas preferidas do repertório de Idol, “Rebel Yell”, de 1983, e “Bitter Taste”, lançada em 2021. O motivo? “Ele é um dos meus cantores favoritos e, em ambas as canções, grita bastante. Tem uma voz rouca com uma pegada mais rebelde que me atrai bastante. E curto a estética punk dele também.”

Ele ainda conta que foi pego de surpresa. Vai a outros shows aqui em Curitiba ainda neste ano e de repente soube que Billy virá à cidade. “Vou, mas ainda não comprei o ingresso porque os shows estão muito imprensados aqui, um em cima do outro.” E pouco se importa de ir sem companhia. “É uma coisa muito pessoal. Às vezes, eu vou para esses rolês sozinho, porque os meus amigos têm estilos diferentes. Então, acho que eu vou encontrar lá a galera que eu costumo encontrar quando eu vou para shows no Seba's Bar ou no Blood. Mas a galera desses shows é bem massa, você não se sente só", diz ele.

Serviço: Billy Idol em Curitiba

Quando: 12 de novembro de 2025 (quarta-feira)

Onde: Arena da Baixada (Rua Buenos Aires, 1260 – Água Verde, Curitiba - PR)

Horários: Abertura dos portões: 17h30 / Billy Idol: 20h30

Venda Geral: www.livepass.com.br

Limitações: 6 ingressos por CPF, limitado a 2 meias-entradas.

Bilheteria (sem taxa de serviço):

De terça a sábado - das 10h às 17h, na Loja Oficial do Athletico (R. Buenos Aires, 1270 - Água Verde, Curitiba). Não funciona em feriados, emendas de feriados, dias de jogos ou em dias de eventos de outras empresas. 

SETOR

MEIA-ENTRADA

INTEIRA

PISTA

R$ 400,00

R$ 800,00

CADEIRA INFERIOR

R$ 330,00

R$ 660,00

CADEIRA SUPERIOR

R$ 240,00

R$ 480,00

VIP

R$ 420,00

R$ 840,00

(*) Sujeito à disponibilidade.

Condições de parcelamento: em até 10x

Classificação Etária: 16 anos desacompanhado. Menores de 16 anos apenas acompanhados dos pais/responsável legal. Sujeito a alteração, conforme decisão judicial.

Luciana Nogueira Melo

Luciana Nogueira Melo

Jornalista apaixonada por cultura, moda e turismo. Cursou publicidade, letras, um pedaço de artes cênicas e outro de produção cênica. Já trabalhou com publicidade, produção, como locutora e na TV.

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