JUAREZ FIRMINO DE OLIVEIRA é CONTADOR natural de MANDAGUARI, é CASADO(A), tem o SUPERIOR COMPLETO e se declara do gênero MASCULINO e da raça, cor ou etnia BRANCA.
Não está ainda registrado como candidato em 2022
Candidatou-se em 2020 a VEREADOR em MARINGÁ, no Paraná pelo PODEMOS (PR) com o nome de urna JUAREZ FIRMINO. Obteve 0 votos e terminou a eleição #NULO#. Segundo sua prestação de contas ao Tribunal Superior Eleitoral, a previsão de gastos da campanha era de R$ 136194.32. Foram contratados serviços e produtos no total de R$ 0 e pagos R$ 0, restando um saldo de R$0.
Ainda de acordo com os dados do TSE, o custo por voto obtido por JUAREZ FIRMINO DE OLIVEIRA em MARINGÁ foi de R$ 0. Os bens declarados em 2020 tinham um valor total de R$ 0.
JUAREZ FIRMINO DE OLIVEIRA foi candidato a DEPUTADO ESTADUAL em 2018 no Paraná pelo PODEMOS. Teve um total de 429 votos nominais e terminou o pleito SUPLENTE. Declarou uma despesa máxima de campanha de R$ 1000000, e despesas contratadas efetivamente de R$ 2100. Na média, gastou por voto obtido: R$ 4,89510489510489. Declarou naquela eleição, à Justiça Eleitoral, bens no valor total de R$ 37820 Não disputou nenhum cargo em 2016
Sobre o PODEMOS no Paraná
O PODEMOS tem a distinção de ser o partido dos três senadores paranaenses, mas não ter nenhum representante eleito nem na bancada paranaense na Câmara Federal, nem na Assembleia Legislativa. Em 2020, partido cresce de 1 prefeito para 15 e de 37 vereadores para 185.
Sobre a eleição para VEREADOR
A disputa por uma vaga de vereador é uma conta um pouco mais complexa do que a eleição direta para cargos executivos (prefeito, governador). O número de vereadores de uma cidade é definido pelo número de habitantes do município determinado pelo Censo do IBGE (o Brasil, pela primeira vez na história, atrasou a realização do Censo de 2020, que está sendo feito em 2022). Já o número de eleitos por partido é determinado pelo quociente eleitoral, que é o total de votos válidos na eleição dividido pelo número de cadeiras da Câmara.
Em Curitiba, por exemplo, a Câmara Municpal tem 38 vagas para vereadores com mandato de quatro anos. Em 2016, o quociente eleitoral da Casas foi de 23.181 votos. Isso quer dizer que para eleger um vereador, cada partido ou coligação teve que somar mais de 23 mil votos. E o eleito é o candidato com maior votação dentro desse partido ou coligação. Em 2016, cada vereador eleito conseguiu, em média, pouco mais de 6 mil votos nominais (votos diretos para ele). Ou seja, se elegeram com os votos de outros companheiros de chapa e votos do partido.