LUDOVICO SVIECH SOBRINHO é FISCAL natural de PIRAÍ DO SUL, é CASADO(A), tem o SUPERIOR COMPLETO e se declara do gênero MASCULINO e da raça, cor ou etnia PARDA.
Não está ainda registrado como candidato em 2022
Candidatou-se em 2020 a VEREADOR em TELÊMACO BORBA, no Paraná pelo PARTIDO DEMOCRÁTICO TRABALHISTA (PR) com o nome de urna LUDOVICO. Obteve 172 votos e terminou a eleição SUPLENTE. Segundo sua prestação de contas ao Tribunal Superior Eleitoral, a previsão de gastos da campanha era de R$ 26833.12. Foram contratados serviços e produtos no total de R$ 350 e pagos R$ 350, restando um saldo de R$0.
Ainda de acordo com os dados do TSE, o custo por voto obtido por LUDOVICO SVIECH SOBRINHO em TELÊMACO BORBA foi de R$ 0. Os bens declarados em 2020 tinham um valor total de R$ 5482,05.
Não foi candidato em 2018
LUDOVICO SVIECH SOBRINHO foi candidato a VEREADOR em TELÊMACO BORBA no Paraná em 2016. A candidatura foi DEFERIDA. Teve um total de 219 votos nominais e terminou o pleito SUPLENTE. Declarou uma despesa máxima de campanha de R$ 23554.48, e despesas contratadas efetivamente de R$ 2383,9. Na média, gastou por voto obtido:10,8853881278539. Declarou naquela eleição, à Justiça Eleitoral, bens no valor total de R$ 596000
Sobre o PARTIDO DEMOCRÁTICO TRABALHISTA no Paraná
O PDT é outro partido que encolheu no Paraná nas últimas eleições. O partido tem apenas uma cadeira na Assembleia Legislativa do Paraná e apenas uma na bancada paranaense na Câmara Federal. Nas eleições de 2020, o partido foi de 292 vereadores eleitos no estado para 170 e de 32 prefeitos para 17.
Sobre a eleição para VEREADOR
A disputa por uma vaga de vereador é uma conta um pouco mais complexa do que a eleição direta para cargos executivos (prefeito, governador). O número de vereadores de uma cidade é definido pelo número de habitantes do município determinado pelo Censo do IBGE (o Brasil, pela primeira vez na história, atrasou a realização do Censo de 2020, que está sendo feito em 2022). Já o número de eleitos por partido é determinado pelo quociente eleitoral, que é o total de votos válidos na eleição dividido pelo número de cadeiras da Câmara.
Em Curitiba, por exemplo, a Câmara Municpal tem 38 vagas para vereadores com mandato de quatro anos. Em 2016, o quociente eleitoral da Casas foi de 23.181 votos. Isso quer dizer que para eleger um vereador, cada partido ou coligação teve que somar mais de 23 mil votos. E o eleito é o candidato com maior votação dentro desse partido ou coligação. Em 2016, cada vereador eleito conseguiu, em média, pouco mais de 6 mil votos nominais (votos diretos para ele). Ou seja, se elegeram com os votos de outros companheiros de chapa e votos do partido.