No dia de todos os pais
Dia que comunga em todos
A glória de termos para nós
Cada qual o seu herói...
Eu quando nasci
Olhei e mirei meu Pai
Ele era estranho e diferente
Como todo herói.
Não tinha muito cabelo
Seus olhos me pareciam fundos
mas me olhavam próximos.
Fiquei desde sempre
encantado àquele que via,
pois eu o olhava além
Através do tempo e espaço.
E nesta magia sem saber entendia
Aquele olhar que me faria entender
tudo aquilo que um dia eu seria.
De sua discreta força, como cabe
a um super-herói de verdade,
‘’que legou sua vida com sangue forte,
sem temer a própria a morte...’’
Meu pai Antônio
Conhecido como Carletto.
Homem admirável,
Pai que conforta
Em uma atitude que encoraja.
Com seu manto, sua super armadura
Rubra como sua careca queimada pelo sol
e preto como seus olhos.
A imagem e semelhança que me acompanha
E me ensina a ser humilde nas glórias
E nas derrotas, lutar de cabeça erguida.
Super herói de uma nação Atleticana
Que com raça veste a camisa rubro-negra.
O olheiro, o descobridor de talentos
Orgulho de uma ‘’nação’’ inteira
Viva meu pai, viva o Carletto, viva todos os pai!
Rafael Carletto