Para as eleições deste ano o Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) terá candidatura própria ao governo do Estado: Samuel Mattos, servidor público da educação. Entre as principais propostas estão a reestatização da Copel e a expropriação de grandes indústrias.
De acordo com o pré-candidato, o PSTU está construindo um programa de governo junto com organizações e movimentos sociais. O partido se coloca contra a extrema-direita, mas entende que a candidatura de Requião Filho (PDT), apoiada pelo PT, não representa a esquerda.
Protesto
Durante a última semana, Samuel Mattos e outros integrantes do PSTU realizaram protesto pela soltura do ativista Thiago Ávila, brasileiro preso em Israel no mês passado ao tentar ajudar refugiados em Gaza.

Com cartazes e palavras de ordem, os partidários pressionaram o ministro Guilherme Boulos (PT), que cumpria agenda em Curitiba para que o governo fosse mais rígido nas cobranças. O ativista foi libertado, mas ainda não há previsão de que chegue ao Brasil.
Samuel de Mattos, 38 anos, trabalhou nos Correios como carteiro, é formado em Matemática e agora atua como professor na rede estadual. Foi candidato a vice-prefeito, é ativista dos movimentos sociais e militante sindical, tendo sido dirigente sindical por 5 anos. Atua no PSTU desde os 19 anos.
