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URBS terceiriza vendedores das lojas #CuritibaSuaLinda por R$ 1,29 milhão

Contrato prevê 20 postos de trabalho por um ano em pontos turísticos de Curitiba e aposta na terceirização para ampliar atendimento e suprir falta de servidores

URBS terceiriza vendedores das lojas #CuritibaSuaLinda por R$ 1,29 milhão
Vendedores da Rede de lojas #Curitiba Sua Linda serão terceirizados. Foto: Pedro Ribas/SECOM
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A Urbanização de Curitiba (URBS) concluiu o processo de licitação para terceirizar os serviços de vendedores nas lojas da marca #CuritibaSuaLinda. O contrato, com duração de 12 meses, prevê a alocação de 20 profissionais e será executado pela empresa Obra Prima S/A Tecnologia e Administração de Serviços, vencedora do Pregão Eletrônico nº 005/2026, pelo valor total de R$ 1.298.581,44.

A contratação tem como objetivo garantir a continuidade das atividades comerciais nas unidades turísticas administradas pela URBS, diante da limitação de pessoal próprio. Segundo o edital, a terceirização busca manter e ampliar o atendimento ao público, além de padronizar os serviços prestados nas lojas.

Os profissionais terceirizados serão responsáveis pelo atendimento aos clientes, orientação sobre produtos, venda de souvenirs, operação de caixa, organização das lojas e controle de estoque. As atividades incluem ainda a abertura e o fechamento dos pontos de venda.

As equipes deverão atuar em diferentes locais da cidade, como a Torre Panorâmica, o Jardim Botânico, o Memorial Paranista, o Mercado Municipal e o Aeroporto Afonso Pena, com funcionamento inclusive em finais de semana e feriados.

De acordo com a justificativa apresentada pela URBS, a medida pretende melhorar a qualidade do atendimento, aumentar a eficiência nas vendas e ampliar o horário de funcionamento das lojas. Também é apontada como estratégia para elevar a satisfação dos clientes e permitir que os servidores da empresa se concentrem em atividades consideradas estratégicas.

O edital estabelece que a empresa contratada será responsável por todas as obrigações trabalhistas, previdenciárias e tributárias relacionadas aos funcionários, além de garantir treinamento, uniformização e supervisão da equipe. Também deverá realizar a substituição imediata de trabalhadores em caso de descumprimento das exigências contratuais.

A estimativa de custos apresentada no termo de referência considera um salário-base de R$ 2.157,30 para jornada mensal de 220 horas, acrescido de um adicional de 10% para funções que envolvem manuseio de numerário, conhecido como “quebra de caixa”.

Apesar da terceirização, o modelo adotado prevê que não haverá vínculo direto entre os trabalhadores e a URBS. A gestão da equipe ficará sob responsabilidade da empresa contratada, enquanto a estatal fará o acompanhamento e a fiscalização da execução do serviço, incluindo aspectos como pontualidade, atendimento e desempenho das atividades.

Rosiane Correia de Freitas

Rosiane Correia de Freitas

Jornalista, mestre em educação e fundadora do Plural

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