WAGNER RICARDO FERREIRA é ADVOGADO natural de PARANAVAÍ, é CASADO(A), tem o SUPERIOR COMPLETO e se declara do gênero MASCULINO e da raça, cor ou etnia BRANCA.
Não está ainda registrado como candidato em 2022
Candidatou-se em 2020 a VEREADOR em PONTA GROSSA, no Paraná pelo PARTIDO SOCIALISMO E LIBERDADE (PR) com o nome de urna WAGNER RICARDO. Obteve 58 votos e terminou a eleição SUPLENTE. Segundo sua prestação de contas ao Tribunal Superior Eleitoral, a previsão de gastos da campanha era de R$ 106531.81. Foram contratados serviços e produtos no total de R$ 1182,71 e pagos R$ 1182,71, restando um saldo de R$0.
Ainda de acordo com os dados do TSE, o custo por voto obtido por WAGNER RICARDO FERREIRA em PONTA GROSSA foi de R$ 0. Os bens declarados em 2020 tinham um valor total de R$ 100000.
Não foi candidato em 2018 Não disputou nenhum cargo em 2016
Sobre o PARTIDO SOCIALISMO E LIBERDADE no Paraná
Formado por um grupo de dissidentes do PT, o PSOL foi o terceiro partido que mais cresceu em número de filiados desde 2014, mas isso ainda não se converteu em aumento de representantividade no Paraná. Em 2020, PSOL elegeu pela primeira vez dois vereadores no estado. Mas ainda não conseguiu eleger representantes na bancada paranaense na Câmara Federal nem na Assembleia Legislativa.
Sobre a eleição para VEREADOR
A disputa por uma vaga de vereador é uma conta um pouco mais complexa do que a eleição direta para cargos executivos (prefeito, governador). O número de vereadores de uma cidade é definido pelo número de habitantes do município determinado pelo Censo do IBGE (o Brasil, pela primeira vez na história, atrasou a realização do Censo de 2020, que está sendo feito em 2022). Já o número de eleitos por partido é determinado pelo quociente eleitoral, que é o total de votos válidos na eleição dividido pelo número de cadeiras da Câmara.
Em Curitiba, por exemplo, a Câmara Municpal tem 38 vagas para vereadores com mandato de quatro anos. Em 2016, o quociente eleitoral da Casas foi de 23.181 votos. Isso quer dizer que para eleger um vereador, cada partido ou coligação teve que somar mais de 23 mil votos. E o eleito é o candidato com maior votação dentro desse partido ou coligação. Em 2016, cada vereador eleito conseguiu, em média, pouco mais de 6 mil votos nominais (votos diretos para ele). Ou seja, se elegeram com os votos de outros companheiros de chapa e votos do partido.