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CLAUDEMIR APARECIDO SIMÕES RODRIGUES

Conheça melhor CLAUDEMIR APARECIDO SIMÕES RODRIGUES, que disputou em 2020 uma vaga de VEREADOR em KALORÉ

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CLAUDEMIR APARECIDO SIMÕES RODRIGUES é AGRÔNOMO natural de JANDAIA DO SUL, é CASADO(A), tem o SUPERIOR COMPLETO e se declara do gênero MASCULINO e da raça, cor ou etnia BRANCA.

Não está ainda registrado como candidato em 2022

Candidatou-se em 2020 a VEREADOR em KALORÉ, no Paraná pelo PODEMOS (PR) com o nome de urna BIGU CLAUDEMIR RODRIGUES. Obteve 62 votos e terminou a eleição SUPLENTE. Segundo sua prestação de contas ao Tribunal Superior Eleitoral, a previsão de gastos da campanha era de R$ 12307.75. Foram contratados serviços e produtos no total de R$ 0 e pagos R$ 0, restando um saldo de R$0.

Ainda de acordo com os dados do TSE, o custo por voto obtido por CLAUDEMIR APARECIDO SIMÕES RODRIGUES em KALORÉ foi de R$ 0. Os bens declarados em 2020 tinham um valor total de R$ 751461,04.

Não foi candidato em 2018 Não disputou nenhum cargo em 2016

Sobre o PODEMOS no Paraná

O PODEMOS tem a distinção de ser o partido dos três senadores paranaenses, mas não ter nenhum representante eleito nem na bancada paranaense na Câmara Federal, nem na Assembleia Legislativa. Em 2020, partido cresce de 1 prefeito para 15 e de 37 vereadores para 185.

Sobre a eleição para VEREADOR

A disputa por uma vaga de vereador é uma conta um pouco mais complexa do que a eleição direta para cargos executivos (prefeito, governador). O número de vereadores de uma cidade é definido pelo número de habitantes do município determinado pelo Censo do IBGE (o Brasil, pela primeira vez na história, atrasou a realização do Censo de 2020, que está sendo feito em 2022). Já o número de eleitos por partido é determinado pelo quociente eleitoral, que é o total de votos válidos na eleição dividido pelo número de cadeiras da Câmara.

Em Curitiba, por exemplo, a Câmara Municpal tem 38 vagas para vereadores com mandato de quatro anos. Em 2016, o quociente eleitoral da Casas foi de 23.181 votos. Isso quer dizer que para eleger um vereador, cada partido ou coligação teve que somar mais de 23 mil votos. E o eleito é o candidato com maior votação dentro desse partido ou coligação. Em 2016, cada vereador eleito conseguiu, em média, pouco mais de 6 mil votos nominais (votos diretos para ele). Ou seja, se elegeram com os votos de outros companheiros de chapa e votos do partido.

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