MARIA ÂNGELA RODRIGUES DE PAULA é COZINHEIRO natural de LONDRINA, é CASADO(A), tem o ENSINO FUNDAMENTAL COMPLETO e se declara do gênero FEMININO e da raça, cor ou etnia BRANCA.
Não está ainda registrado como candidato em 2022
Candidatou-se em 2020 a VEREADOR em LONDRINA, no Paraná pelo PARTIDO DA MULHER BRASILEIRA (PR) com o nome de urna ÂNGELA TIA DO LANCHE. Obteve 38 votos e terminou a eleição NÃO ELEITO. Segundo sua prestação de contas ao Tribunal Superior Eleitoral, a previsão de gastos da campanha era de R$ 113945.58. Foram contratados serviços e produtos no total de R$ 0 e pagos R$ 0, restando um saldo de R$0.
Ainda de acordo com os dados do TSE, o custo por voto obtido por MARIA ÂNGELA RODRIGUES DE PAULA em LONDRINA foi de R$ 0. Os bens declarados em 2020 tinham um valor total de R$ 0.
Não foi candidato em 2018 Não disputou nenhum cargo em 2016
Sobre o PARTIDO DA MULHER BRASILEIRA no Paraná
O PMB, muito embora tenha Mulher no nome, teve como principal resultado nas eleições de 2020 a eleição de um homem vereador em Curitiba. O partido não tem representantes na Assembleia, nem na Câmara Federal na bancada do Paraná.
Sobre a eleição para VEREADOR
A disputa por uma vaga de vereador é uma conta um pouco mais complexa do que a eleição direta para cargos executivos (prefeito, governador). O número de vereadores de uma cidade é definido pelo número de habitantes do município determinado pelo Censo do IBGE (o Brasil, pela primeira vez na história, atrasou a realização do Censo de 2020, que está sendo feito em 2022). Já o número de eleitos por partido é determinado pelo quociente eleitoral, que é o total de votos válidos na eleição dividido pelo número de cadeiras da Câmara.
Em Curitiba, por exemplo, a Câmara Municpal tem 38 vagas para vereadores com mandato de quatro anos. Em 2016, o quociente eleitoral da Casas foi de 23.181 votos. Isso quer dizer que para eleger um vereador, cada partido ou coligação teve que somar mais de 23 mil votos. E o eleito é o candidato com maior votação dentro desse partido ou coligação. Em 2016, cada vereador eleito conseguiu, em média, pouco mais de 6 mil votos nominais (votos diretos para ele). Ou seja, se elegeram com os votos de outros companheiros de chapa e votos do partido.