Em discurso que citou trechos bíblicos para justificar posições políticas, Giselli Bianchini voltou a gerar controvérsia ao exaltar o regime militar de 1964 e reforçar pautas ideológicas já marcadas em seu mandato.
Liderança da comunidade LGBTI diz que poderia mencionar inúmeros defensores dos diretos humanos, mas lembra que prerrogativa de indicar nome ao STF é do presidente